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SENAI completa 60 anos a serviço da educação profissional
Por Sistema FIEAM,
sábado, 16 de dezembro de 2017
 
 
 

SENAI completa 60 anos a serviço da educação profissional
A gerente Ivana Ayrton. / Divulgação.

Escola SENAI Waldomiro Lustoza foi, durante mais de 20 anos, a única referência para as atividades do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial no Amazonas. Até meados da década de 1970, quando se falava em SENAI, em Manaus, o endereço era um só, Avenida Carvalho Leal, 555, Cachoeirinha.

Da Escola de Aprendizagem de Manaus, inaugurada em 16 de dezembro de 1957, naquele endereço, até completar 60 anos, neste sábado (16), o SENAI Amazonas se tornou uma potência no Estado, com escolas, laboratórios, agências de treinamento, além de unidades móveis terrestres e fluviais que fazem chegar a educação profissional aos pontos mais distantes da Amazônia Ocidental.

No ano em que começou a funcionar - dez anos antes da instalação da primeira empresa no Polo Industrial de Manaus - o SENAI oferecia um curso genérico chamado de Preliminar, em preparação pré-profissional. Em menos de cinco anos, foram iniciadas as atividades da oficina de mecânica de autos, até hoje o mais procurado e a referência mais forte da “Waldemiro Lustoza”.

Além dos cursos de mecânico de manutenção em várias modalidades (máquina industrial, automóveis, motocicleta e motores de popa), a escola oferece atualmente curso de desenhista modelador 3D, eletrônica básica aplicada a autos, auxiliar de logística, leitura e interpretação de desenho técnico mecânico, matemática e metrologia aplicadas à mecânica, operador de injetora plástica e operador e programador de máquinas a CNC, entre outros.

Esses cursos, assim como os oferecidos pelas demais escolas do SENAI Amazonas também são oferecidos na modalidade “in company”, desde que a empresa interessada tenha a estrutura necessária para desenvolvimento das atividades. As escolas também prestam serviços técnicos e tecnológicos (STI), seja em execução de projetos, manutenção e consultoria em processos produtivos para a Indústria.

No ano passado, o curso de mecânica industrial oferecido pela Escola SENAI Waldemiro Lustoza foi avaliado pelo Sistema de Avaliação da Educação Profissional e Tecnológica (Saep 2016), do SENAI Nacional, como o 3º melhor do Brasil. Em setembro deste ano, a escola inaugurou o Centro de Metrologia em parceria com a empresa Mitutoyo Sul Americana Ltda, dotado dos mais sofisticados equipamentos que auxiliam a indústria no desenvolvimento dimensional de peças com a mais alta tecnologia de medição com maior exatidão.

O espaço foi criado para apoiar a competitividade do segmento e tem como objetivo preparar os alunos para desenvolver o ciclo completo de peças minúsculas, do design à produção, montagem até a inspeção final.

Evolução

Segundo a gerente da Escola SENAI Waldemiro Lustoza, Ivana Guimarães Ayrton, o SENAI teve que evoluir rápido em função das novas tecnologias. “Quando entrei no SENAI, há 24 anos, os cursos eram gratuitos e individualizados, o aluno percorria o seu caminho sozinho, com um atendimento exclusivo que seria o ideal até para os dias de hoje”, conta.

Com a internet e as facilidades de informação e tecnologias avançadas o SENAI teve que se adequar aos novos tempos. “Hoje ensinamos o aluno a criar. Ele (o aluno) aprende a resolver problemas e isso é muito salutar, porque é esse o nosso papel. A indústria, que tem as suas dificuldades para colocar um determinado produto no mercado, precisa de agilidade, e isso ela encontra no nosso aluno, que vai levar o conhecimento que adquiriu para dentro da empresa e mostrar que naquele processo ele pode ser muito mais eficaz e eficiente”, diz a gerente.
Segundo a gerente, assim como o próprio SENAI, a escola criada há 60 anos surgiu em meio ao processo de industrialização do Brasil. No Amazonas, diz Ivana, esse processo se deu antes da criação do Polo Industrial de Manaus, antes até da fundação da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas. “Aí veio o Polo e as necessidades foram surgindo, tanto que cada uma das nossas escolas tem a sua própria área de atuação, uma é eletroeletrônica, outra é mecânica, porque o mercado cresceu e a gente precisa dar atenção mais focada a todos os segmentos”, diz.

Sinônimo de SENAI por mais de 20 anos, a Escola Waldemiro Lustoza assistiu a expansão desse universo na década de 1970. Quando o nascente polo eletroeletrônico, da Zona Franca de Manaus, sentiu a necessidade de mão de obra qualificada, o SENAI criou, em 1976, o Centro de Treinamento do Distrito Industrial, hoje denominado Escola SENAI “Antônio Simões”. Depois, veio a Escola SENAI de Ações Móveis e Comunitárias (1977), que passou a atender as áreas de alimento e vestuário, e a Escola SENAI Demóstenes Travessa (2004), dedicada à indústria da construção civil.

O SENAI oferece atualmente à população amazonense e também à de outros Estados da região por meio dos barcos-escolas Samaúma, aproximadamente 200 cursos, sendo a maioria de iniciação, qualificação e aperfeiçoamento profissional.

Ao longo de sua história, o SENAI já formou cerca de 800 mil pessoas no Amazonas, em 22 áreas demandadas pela indústria, áreas que vão das mais tradicionais, como a construção civil e marcenaria, até as mais modernas, como tecnologia da informação e mecatrônica.

 

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