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Mostra de artesanato reúne trabalho dos índios Warao
Por Alexandre Abreu / Semed, Prefeitura de Manaus
segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018
 
 
 

Mostra de artesanato reúne trabalho dos índios Warao
Mostra de Artesanato. / Cleomir Santos / Semed

Aproximadamente 20 indígenas da etnia Warao expuseram materiais como redes de fibra de buriti, chapéus e colares, produzidos manualmente, em uma Mostra de Artesanato, nesta segunda-feira, 26/2, no hall da Divisão de Desenvolvimento Profissional do Magistério (DDPM) da Secretaria Municipal de Educação (Semed), localizada na rua Maceió, na Vila Amazonas. A exposição foi realizada pela Prefeitura de Manaus, por meio da Semed e Secretaria Municipal da Mulher, Assistência Social e Direitos Humanos (Semmasdh).

Responsável pela organização da exposição, a assessora da Gerência de Atividades Complementares e Programas Especiais (Gacpe) da Semed, Sandra Lineia explicou que os produtos trazidos pelos indígenas são únicos. “Esses trançados de chapéus e de bolsas não encontramos por aqui. Então, como nós já estamos atendendo as crianças da etnia, com a matrícula nas escolas da rede, resolvemos dar essa oportunidade aos pais delas e organizamos essa mostra, para que eles pudessem expor o artesanato e comercializá-lo”.

Essa é apenas mais uma das ações de atendimento da Prefeitura aos índios Waraos que estão vivendo em Manaus, que abriga um total de 142 indígenas em três casas de acolhimento nos bairros Tarumã, Redenção e Vale do Sinai. Além disso, 29 crianças estão matriculadas no ensino regular na rede municipal de ensino, como conta Mirna Vasconcelos, que é coordenadora do serviço de atendimento aos indígenas Warao pela Semmasdh.

“O nosso trabalho é acolher a articular a rede socioassistencial. Através dessa articulação, que está sendo realizada essa feira, porque o propósito desse acolhimento é dar autonomia a eles. Fizemos um trabalho com eles para saber a habilidade deles e a grande maioria são artesãos”.

O material utilizado na produção dos produtos foi doado por meio de uma articulação do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur). Brayan Sanchez é um dos expositores e está comercializando pulseiras e colares. Ele conta que esperava por essa oportunidade para poder trabalhar com outros materiais também.

“Os colares que nós fazemos demoram de 4 a 5 dias para serem feitos e dão bastante trabalho. O que vendermos aqui vai nos possibilitar comprar mais material para continuar produzindo. Nós estamos arrumando um pouco mais de dinheiro para fazer outros produtos”.

Para a Sâmia Lopes, do Conselho Municipal de Educação (CME), que esteve no local apreciando os produtos, essa é uma excelente iniciativa de socialização dessas pessoas. “Eu achei bem interessante a técnica que eles utilizaram para produzir esse material e mesmo com a dificuldade da língua, eles são bem prestativos e educados. Vale a pena a comunidade vir prestigiar para estimular essa”, finaliza.

 

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