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Ordem do Mérito Industrial para Roberto Tadros e Gen. Villas Bôas
Por Sistema FIEAM,
quarta-feira, 15 de maio de 2013
 
 
 

 

A Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM) vai entregar no dia 24 a Medalha do Mérito Industrial ao presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços, Turismo do Amazonas (Fecomércio-Am), José Roberto Tadros, e ao comandante militar da Amazônia, general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas. A sessão especial será realizada no Clube do Trabalhador do Amazonas, ocasião em que serão homenageados também o Industrial do Ano, Xiemar Zarazúa, a Microindustrial do Ano, Francisca Fátima Barreto Sales, e Empresa Exportadora 2012, Recofarma Indústria do Amazonas Ltda.
 
José Roberto Tadros é também primeiro vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio (CNC). “Comércio, indústria e agricultura estão interligados, o que a indústria e a agricultura produzem é comercializado. Então somos complementares, por isso, nosso relacionamento entre as federações é o melhor possível, pois existe confiança mutua”, destacou.
 
O Sistema Fecomércio está com mais de 20 obras em andamento e com novos projetos. Em 6 de junho, vai inaugurar a 1ª faculdade SENAC do Norte do Brasil, com os cursos de Design Gráfico, Gastronomia, Projetos Gerenciais e Logística. “Como todos os nossos serviços, as mensalidades serão de baixo custo para o trabalhador do comércio”, revelou.
 
Há projetos também no interior do estado. Em Manacapuru, a 84 km de Manaus, a instituição constrói hotel destinado ao lazer do trabalhador do comércio. “Vamos inaugurar o 1º hotel do Norte, que vai atender trabalhadores amazonenses e do restante do país. O trabalhador precisa das merecidas férias. A ideia é proporcionar diversão para a família trabalhadora, em Manacapuru, onde teremos piscina, quadras esportivas, bares, restaurantes, salão de convenções, além da Colônia de Férias, às margens do Rio Miriti”, antecipou.
 
Também estão em desenvolvimento o anfiteatro do Balneário do Sesc, o Centro Cultural no centro de Manaus, ampliação das unidades do Senac de Parintins, Itacoatiara e Manacapuru. Destaque também para a construção do 2º barco-escola Sesc/Senac que oferece serviços odontológicos, saúde da mulher e biblioteca itinerantes.
 
Como líder empresarial, Tadros ressalta as constantes reinvindicações dos comerciantes amazonenses. “Precisamos investir mais em iluminação, segurança e transporte público. O trabalhador perde cerca de 720h do ano se locomovendo para o trabalho e para casa sem nenhum conforto”, ressaltou.
 
Tadros enfatiza que a Zona Franca de Manaus que foi criada pelo governo militar, fruto da visão geopolítica sábia. “Trata-se de modelo indispensável, porém, nossos políticos não podem se acomodar e utilizar a indústria como único mecanismo de desenvolvimento”, opina. “Precisamos buscar alternativas econômicas, que já chegam tarde. Caso contrário, estaremos sempre vivendo em tensão pela incompreensão da ZFM pelo restante do país”, disse.
 
General Villas Bôas, gaúcho de Cruz Alta (RS), já se considera amazonense de coração. “Se você me perguntar onde é meu chão, minha pátria, eu digo que é o Amazonas”, disse o general, que já trabalhou por três vezes em Manaus, totalizando 8 anos de serviço na Amazônia. “A Amazônia tem efeito mágico, motiva todos os que se aproximam. Eu já servi no Brasil inteiro e garanto que não há nenhum local onde nós, militares, sejamos tão bem recebidos e que haja tanto entusiasmo e carinho com as forças armadas”, disse.
 
Segundo Villas Bôas, o Polo Industrial de Manaus (PIM) é o que é graças aos governos militares que tiveram visão estratégica sobre as necessidades da Amazônia. “Em algumas regiões não há conhecimento da realidade da Amazônia e do PIM, que não pode ser avaliado apenas do ponto de vista econômico, mas social, cultural e tecnológico. Estamos falando de 130 mil empregos diretos e quase meio milhão de indiretos. Sem contar que o Amazonas é, disparadamente, o estado mais bem preservado do ponto de vista ambiental. Só isto já justifica a manutenção da Zona Franca de Manaus”, disse.
 
Segundo o general, o Exército enfrenta alguns grandes desafios. “A Amazônia ainda é um grande vazio e o território brasileiro ainda não está integrado totalmente. As forças armadas, em especial o Exército, são a única presença na grande parte do território. Somos, para muitas populações, a única alternativa para atendimentos de necessidade básica”, disse o general, ao ressaltar que a principal tarefa do Exército sempre será a defesa da pátria, mas que são muitas as atividades subsidiárias realizadas pela organização.
 
“A Amazônia é um continente, nós (Exército) servimos como plataforma, como multiplicadores, por meio da nossa estrutura logística, para levar energia, comunicações, transporte, educação, saúde, inclusive para as comunidades indígenas”, disse.
 
Outro grande desafio do Exército é a proteção das faixas de fronteira. Desde 1999, o Exército ganhou “poder de polícia” para combater crimes transnacionais nas faixas de fronteira. “Nossa principal preocupação é o combate ao narcotráfico. Infelizmente, 100% da cocaína produzida no mundo são provenientes da Colômbia, Peru e Bolívia, países que fazem fronteira com a Amazônia”, revelou. 
 
O Brasil, embora não seja produtor, é corredor de passagem e já é considerado o 2º maior consumidor de cocaína do mundo. “Nosso desafio é grande, pois o tráfico está cada vez mais estruturado e organizado”, disse, acrescentando que o Exército, em âmbito nacional, projeta o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron), que prevê a implantação de radares de imagem, sensores, radares de comunicação, veículos aéreos não tripulados e blindados, visando ajudar na proteção das fronteiras.
 
“O projeto está em fase piloto no Mato Grosso do Sul, em Dourados, e deve ser implantado nos 17 mil km de fronteira do país ao longo de 10 anos, com orçamento de R$ 10 bilhões. Os próximos estados a receber a estrutura são Acre e Rondônia, com previsão para início da implantação a partir de 2014”, disse.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

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