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Governo do AM promove estudo com teste rápido de CD4, tornando-se pioneiro no uso da nova metodologia
Por Três Comunicação,
segunda-feira, 1 de julho de 2013
 
 
 

Primeira etapa da pesquisa terá início nesta terça-feira, na FMT-HVD, com treinamento de equipes para manuseio do equipamento

O Governo do Amazonas realizará estudo piloto com teste rápido de CD4, que poderá resultar na implantação da nova tecnologia no Estado. O exame é voltado para pessoas vivendo com HIV/Aids e permite a contagem de linfócitos T4, o que permite o monitoramento e a identificação de quando deve ser iniciada a terapia antirretroviral. A Fundação de Medicina Tropical Dr. Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD), órgão da Secretaria de Estado de Saúde (Susam), será responsável pela realização do estudo. A pesquisa conta com apoio da Fiocruz, do Departamento Nacional de DST Aids e Hepatites Virais, do Ministério da Saúde, e é financiada pelo Centers for Disease Control and Prevention – DCD, dos Estados Unidos.

Atualmente, no Amazonas, o exame de CD4 é realizado apenas em Manaus, na FMT-HVD, em um equipamento de grande porte. Já o teste rápido é feito em um equipamento de pequeno porte, portátil. “A tecnologia representa uma revolução e, por isso, o Governo do Amazonas está dando um passo à frente, sendo o primeiro estado a testar a metodologia. Se os resultados forem satisfatórios, faremos o investimento necessário para implantação da técnica, a fim de ampliar o acesso ao exame, principalmente no interior”, sinalizou o secretário estadual de Saúde, Wilson Alecrim. O novo equipamento já passou por testes de validação junto ao MS.

A diretora-presidente da FMT-HVD, Graça Alecrim, esclarece que a primeira etapa do estudo terá início nesta terça-feira (2), às 9h, na sede do órgão, com o treinamento da equipe de profissionais, que irá manusear o novo equipamento em Manaus e em outros três municípios participantes da pesquisa – Tabatinga, Benjamin Constant e Parintins. Com a realização do estudo, será possível avaliar a eficácia do novo equipamento, em comparação ao que já é utilizado como padrão na FMT-HVD.

O treinamento seguirá até sexta-feira (5), no auditório de Entomologia da FMT-HVD, sempre no horário de 9h às 12h e 14h às 17h. Contará com a participação de 15 profissionais de saúde, que ficarão responsáveis pela realização do teste rápido nos municípios participantes do estudo.  A capacitação inclui a parte teórica e a prática, em que os técnicos serão orientados sobre o manuseio da tecnologia.

A coordenadora geral do estudo, a médica Adele Benzaken, frisa que o apoio do Ministério da Saúde à pesquisa pode representar, também, a implantação dessa tecnologia no Sistema Único de Saúde (SUS), futuramente, em todo o Brasil. “Com essa iniciativa, temos a capacidade de demonstrar a factibilidade/aceitabilidade desta nova tecnologia e, posteriormente,  torná-la de uso padrão em outras unidades de saúde públicas do país”, disse. Os testes de validação da tecnologia já realizados pelo fabricante junto ao MS ampliam as expectativas de obtenção de resultados mensuráveis, que permitam a adoção permanente da tecnologia em outros Estados. Seis equipamentos portáteis serão utilizados na pesquisa.

O estudo terá duração total de seis meses e envolverá a coleta de, pelo menos, 120 amostras no interior e 100 amostras na FMT-HVD. Após o treinamento das equipes, os técnicos irão a campo. Em comparação ao equipamento tradicional do teste de CD4, o tempo de espera pelo resultado também é reduzido, de 40 minutos para 20 minutos. “O principal benefício dessa técnica, no entanto, é a portabilidade. É poder transportar o equipamento para regiões mais distantes e o uso de uma amostra de sangue através de punção digital”, destacou a coordenadora.

A pesquisadora explica que o teste permite a contagem de linfócitos CD4 no sangue. Esse tipo de linfócito (glóbulo branco) é o mais atacado pelo vírus HIV. Portanto, quanto mais alta é a quantidade dessas células no organismo, melhor é a situação clínica do paciente. No caso dos pacientes assintomáticos, o exame ajuda a identificar o momento em que se faz necessária a adesão ao tratamento, de acordo com a quantidade de linfócitos apresentada. “Se o resultado indica que o paciente está com menos de 500 células por mililitro de sangue, é preciso iniciar o tratamento, de imediato”, explica.

Para as pessoas que já fazem tratamento com os medicamentos indicados, quando a patologia é classificada como Aids, o exame auxilia no monitoramento da doença. Nessa situação, os resultados permitem confirmar se o organismo está respondendo às drogas, de forma eficiente. “Nesse caso, quando os linfócitos caem é porque, geralmente, o paciente está apresentando resistência ao medicamento e o médico deve optar por um novo esquema”, disse.

 

 

 

 

 

 

 

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