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China sonda o Polo Industrial de Manaus
Por Márcio Gallo, Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA)
sexta-feira, 26 de julho de 2013
 
 
 

Apenas duas semanas depois de receber uma comitiva formada por 20 representantes governamentais de províncias da China, a Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA) foi visitada, nesta sexta-feira (26), por jornalistas daquele país, mostrando que cresce o interesse do gigante asiático no modelo econômico brasileiro.


As jornalistas Vila Zeng, da Rádio Internacional da China, e Yan Huan, do jornal impresso Diário do Povo foram recebidas pelo superintendente da SUFRAMA, Thomaz Nogueira, que, durante quase duas horas de entrevista, abordou temas relacionados à Zona Franca de Manaus (ZFM) e como o modelo se tornou tão exitoso ao longo de seus 46 anos de existência.

Nogueira apresentou um breve histórico de como surgiu a área de benefícios que propiciou a criação do Polo Industrial de Manaus (PIM) em uma região distante dos grandes centro consumidores do País, o que tornou a logística de importação de insumos e distribuição de produtos fabricados na região um dos maiores entraves logísticos para o modelo. “Com medidas criativas e a utilização de diversos modais, as empresas aqui instaladas puderam superar as eventuais dificuldades apresentadas para o escoamento de seus produtos e tornar viável o desenvolvimento de suas atividades no parque fabril local”, destacou o superintendente, lembrando que os incentivos fiscais proporcionados pelo governo federal - e também pelos executivos estadual e municipal - são de suma importância para a indústria amazonense.

Os jornalistas também demonstraram interesse em conhecer quais medidas foram tomadas para a preservação ambiental em uma região que se desenvolveu largamente com a instalação de grandes empresas no coração da Amazônia. O superintendente explicou que justamente a implantação de indústrias propiciou uma alternativa econômica não-predatória para os habitantes do Amazonas, possibilitando a preservação de 98% da camada florestal do Estado.

Futuro
As ameaças ao modelo, como a reforma tributária do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), em pauta no Congresso Nacional, também foram comentadas pelo superintendente Thomaz Nogueira, que explicou como funciona hoje a incidência da alíquota e os motivos que levam à defesa do percentual de 12%.

Questionado sobre o futuro do modelo ZFM, os jornalistas ouviram de Nogueira que “estamos focados em avançar além da manufatura, que já dominamos atualmente. Queremos desenvolver toda a cadeia produtiva aqui, promovendo uma maior capacitação da mão de obra e aumentando, assim, a competitividade do Polo Industrial de Manaus. Mas temos grandes planos na área de biotecnologia, e contamos, para isso, com o Centro de Biotecnologia da Amazônia, que já está focado nas áreas de fármacos e cosméticos, por exemplo. E isto com insumos regionais, que temos em abundância”.

Bionanotecnologia e as possibilidades que sua evolução na região podem trazer, também foram abordadas. “Hoje é uma realidade mundial e, ao analisarmos essa tecnologia, vemos que ela é uma aliada na preservação ambiental pelo baixo impacto que ela ocasiona”, lembrou Thomaz Nogueira.

Porta de entrada
Os jornalistas se mostraram satisfeitos com a apresentação e questionaram como as empresas chinesas podem ganhar espaço em um mercado tão competitivo como o brasileiro. “Instalem-se no Brasil. Hoje vemos que as maiores empresas decidiram instalar plantas fabris no País para se estabelecerem e avançarem no mercado brasileiro mais do que as que simplesmente importam e revendem aqui. A Zona Franca de Manaus é o local mais propício para produzir. É a porta de entrada para o mercado brasileiro, uma vez que oferta condições únicas ao desenvolvimento industrial e é reconhecidamente um local seguro juridicamente para a obtenção de bons resultados”, disse Thomaz Nogueira.

Ao finalizar a entrevista, os jornalistas questionaram sobre possíveis parcerias entre empresas chinesas e brasileiras e ouviram do superintendente da autarquia que este é o caminho para uma interação maior entre os dois países. “Precisamos aprimorar o processo de conhecimento da produção de ambos os países, para que todos sejam beneficiados”, finalizou Nogueira.

 

 

 

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