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Ponta Negra será primeiro parque autossustentável de Manaus
Por SEMCOM,
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
 
 
 

Ponta Negra será primeiro parque autossustentável de Manaus
Quiosque no calçadão. / ARLESSON SICSÚ

Na primeira quinzena de janeiro de 2015 começa a ser construído outro grupo de novos quiosques padronizados no Complexo Ponta Negra, na segunda etapa. Quando em funcionamento, os mobiliários terão serviços de alimentação e bebida para a população frequentadora do espaço. O complexo contará, no total, com 15 novos quiosques no padrão container, dotados de áreas externas cobertas e brinquedos, sendo 14 de alimentação e 1 banca de revista. Cinco unidades já estão construídas, aguardando o processo de licitação que o Instituto Municipal de Ordem Social e Planejamento Urbano (Implurb) realizará, em 2015, para que as unidades entrem em operação.

Além de cumprir recomendação do Tribunal de Contas do Estado (TCE) de fazer concorrência para ocupação de espaços públicos, a Prefeitura de Manaus tem um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), assinado com o Ministério Público do Amazonas, para licitar todas as atividades comerciais disponíveis em logradouros públicos.

Com a licitação, do tipo maior oferta, a Prefeitura e o Implurb esperam tornar a Ponta Negra o primeiro parque municipal autossustentável na capital, com receita e preços ajustados: “Somos obrigados a fazer a licitação, que não foi realizada na gestão passada, e temos um TAC a cumprir. E com a concorrência ampliando a disputa, de forma igualitária, tornando a Ponta Negra sustentável financeiramente, podemos usar os recursos aplicados hoje na manutenção do complexo para investir em outras prioridades”, afirmou o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, que aprovou o novo conceito do mobiliário, os containers, apresentados pelo presidente do Implurb, Roberto Moita.

Para Moita, está sendo criado um novo conceito no complexo, que vai além da questão de obra e urbanismo, mas que incluí melhorias de atendimento à população: “Com os novos quiosques o parque ganha espaços com sombra e locais para se ficar. O consumidor será melhor atendido, de forma mais confortável, podendo pegar sua comida e bebida e sair andando ou, se preferir, ficar e apreciar a vista das áreas externas dos quiosques. Os comércios vão poder abrir durante o dia porque existem áreas cobertas, para proteção do sol”, diz o presidente do órgão, responsável pela gestão do Complexo Ponta Negra.

CONCEITO

A identidade dos mobiliários reforça a imagem contemporânea, jovem e lúdica da Ponta Negra, mostrando que Manaus, como outras grandes cidades, tem história para contar, mas que se desenvolve, e tem outra cara. “No Centro se encontra a Manaus mais antiga, que continua sendo restaurada e revitalizada. Na Ponta Negra estão os prédios mais modernos, numa coexistência urbana natural, do novo e do antigo”, explica o diretor de Planejamento Urbano (DPLA), Laurent Troost.

Quando a segunda etapa da Ponta Negra foi entregue, uma instalação perto do skate park chamava atenção pelo colorido e aspecto lúdico, em contraste com a natureza e o rio. As cores utilizadas na instalação e seu conceito contemporâneo serviram de inspiração para os novos quiosques, que tem visual mais jovem, praiano e colorido, além de terem recebido brinquedos de uso contínuo, como balanços e redes de escalar, que podem ser utilizados mesmo com as lojas fechadas.

“A ideia é entregar todos padronizados, com áreas externas também. Quando os containers estão abertos, ficam praticamente transparentes, tendo apenas o lado da cozinha fechado. Os brinquedos são uma experiência nova em investimento público do gênero. E as áreas externas completam o conjunto, com toldos resistentes e calçada de pedra portuguesa”, completa Laurent.

O modelo de construção em container tem outras vantagens, incluindo redução de custo em relação a uma obra convencional de até 25%, sendo ainda mais limpa, gerando menos resíduos, e mais rápida. Outro destaque do mobiliário é sua fácil padronização, com a unidade inteira sendo customizada.

“O container é extremamente sustentável quando usado para habitação, construção, quiosques, pois é seu segundo uso. No Brasil não existe fábrica de container e a maioria dos containers em trânsito pela América do Sul vem da China. Eles atravessam oceanos, são resistentes ao clima, ao tempo e à pressão. Em Zurique, muitos foram empilhados para se transformar em lojas, e no porto de Montevidéu foram usados para o aterro”, explica o diretor do DPLA.

A padronização dos novos modelos permite uma comunicação visual igualitária, para que todos os lojistas tenham as mesmas condições e regras. O que muda nos novos quiosques são os tamanhos das áreas externas, maiores para as choperias, e eles serão entregues prontos aos futuros permissionários, que entrarão com a operação comercial tão logo seja concluída a licitação.

 

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